|

|

Novo prémio para o vinho Bonjardim O vinho do Albergue do Bonjardim,
no Nesperal, voltou a ganhar um importante prémio internacional. Os vinhos tinto «Bonjardim», produzidos
no Albergue de Bonjardim , também conhecido pela Quinta dos Lenders, na localidade do Nesperal, freguesia de Cernache
do Bonjardim, acabam de conquistar as medalhas de ouro e prata no concurso internacional “MUNDUSvini BioFach International
Organic Wine Award“, que decorreu na Alemanha e ao qual concorreram vinhos de todos os pontos do globo. Os vinhos medalhados
(Bonjardim Reserva- Colheitas de 2005 e 2006) têm a particularidade de serem produzidos com o recurso à agricultura
biológica. Estes dois prémios vêm juntar-se a outros já conquistados, em 2006, no Estoril, e em
2009, no Mónaco. Hubertus e Wilhelmina Lenders, o casal de holandeses proprietários do Albergue e residentes
em Portugal desde 1989, lembram que “trabalhámos 20 anos para realizar este sonho”. A cerimónia
de consagração contou com a presença da ministra da Agricultura da Holanda, Gerda Verburg, a qual elogiou
o trabalho dos dois empresários e “mostrou-se orgulhosa com os prémios conquistados”. Hubertus e
Wilhelmina Lenders consideram o tipo de agricultura que praticam e o microclima existente na região, “dão
estrutura e complexidade ao vinho. Com as leveduras naturais e a fermentação em lagares de granito, são
aproveitadas ao máximo as características das castas nobres, a Touriga Nacional e Tinta Roriz”. Fonte:
Reconquita.
|
|

Vinho rosé de Abrantes foi considerado o melhor do mundo Autor Bruno Oliveiraem
destaque, twitter, ÚltimasMai 5, 2010 O vinho Casal da Coelheira Rosé 2009 foi considerado
o melhor vinho rosé do mundo na edição deste ano do Concurso Mundial de Bruxelas, na Bélgica,
recebendo o "Best Wine Trophy". Perante 275 provadores oriundos de 40 países, que apreciaram e votaram nos
6964 vinhos e espirituosos a concurso, este vinho rosé produzido em Tramagal, Abrantes, em 64 hectares de vinhas plantadas
à beira Tejo, obteve ainda uma das seis "Grande Médaille d'Or", atribuídas no certame, fazendo
parte do restrito lote de "melhor resultado absoluto" registado em cada uma das categorias. Nuno Rodrigues, proprietário
e enólogo da Quinta Casal da Coelheira, disse à agência Lusa ter sido com "surpresa, orgulho e euforia"
que recebeu a notícia, tendo acrescentado que este prémio, "do conjunto de prémios e reconhecimentos
internacionais, é o melhor alguma vez alcançado". "Diria mesmo que, na carreira de um bom enólogo
e pelo prestígio do certame, este é o acontecimento de uma vida", afirmou Nuno Rodrigues, que ainda viu
o seu Mythos tinto 2007 ser galardoado com uma medalha de prata. "O segredo do sucesso", conta, "está
na polivalência e na boa conjugação entre solo e clima ambiental, que permite alcançar bons resultados
em vários tipos de vinhos. "A diferença entre um vinho bom e muito bom", disse o enólogo, "está
na vinha, com a atenção e dedicação de toda uma equipa de colaboradores, permanentes e sazonais,
e no trabalho dos enólogos, que depois potenciam as mais valias da uva, como foi o caso da excepcional qualidade registada
em 2009 e que permitiu agora alcançar este feito em Bruxelas". Desde o seu início, em 1994, o Concurso
Mundial de Bruxelas tem-se afirmado como " O Concurso Mundial", unicamente constituído pelos melhores profissionais
internacionais do vinho e reunindo hoje cerca de 7000 produtos dos quatro continentes, representando mais de 500 milhões
de garrafas comercializadas. Feito a partir das castas Touriga Nacional e Syrah, este rosé "sai do conceito leve
e refrescante do rosé tradicional", disse à Lusa Duarte Lopes, que completa a equipa de enólogos
da Quinta Casal da Coelheira, acrescentando que este rosé apresenta "mais volume e estrutura, um teor de álcool
equivalente aos vinhos tintos (13,5ºC) e uma graduação de açúcar mais elevado do que o habitual".
"É uma fórmula que confere outro volume e estrutura ao vinho rosé e que se apresenta com uma abordagem
muito atractiva ao paladar, pelas frutas e aromas, devendo ser servido entre os 8ºC e os 10ºC". "Por ser
um vinho fresco, jovem e elegante, pode ser apreciado como aperitivo ou a acompanhar iguarias leves, como marisco, peixes,
carnes brancas ou saladas", acrescentou o enólogo. Com 8 profissionais a tempo inteiro, no campo e na adega, a
Quinta Casal da Coelheira apresenta um volume de facturação anual na ordem dos 900 mil euros, produzindo vinhos
tintos, brancos e roses para o mercado nacional e para países como Brasil e Canadá, Angola, Alemanha, Polónia,
Espanha, Luxemburgo, Reino Unido, Suíça e Holanda, entre outros. Outras notícias que lhe podem interessar
Vinho de Cadouços entre os seis melhores do mundo Dupla de Abrantes em 5º lugar no campeonato do mundo de pesca.
|

|