As Aldeias da Chaveira e Chaveirinha
pertencem a freguesia de Cardigos que tem uma situação geográfica sem dúvida curiosa, pois fica
precisamente no centro geométrico do país, verdadeiro coração do Portugal profundo. O que
faz desta zona um paraíso para descubrir e visitar. Administrativamente pertencem ao concelho de Mação,
distrito de Santarém, Ribatejo, mas estas pequenas Aldeias inserem-se na Região Centro, mais propriamente na
sub-região do Pinhal. Elas estão encaixadas nas encostas das primeiras montanhas da Beira Baixa a caminho da
Serra Da Estrela entre os primeiros pinheiros da maior mancha verde do interior. Ao limite destas duas aldeias Chaveira &
Chaveirinha encontra-se logo a fronteira que separa a Beira Baixa do Ribatejo e ao Sul do concelho somente o Tejo separa do
Alto Alentejo, recebendo destas três regiões as suas múltiplas influências e cultura.
Em termos de turismo
este terreno inclui a região da Floresta dos Templários com as suas paisagems verdes e belas montanhas suaves.
Um lugar ideal para por em prática o Turismo Rural, Campismo selvagem
e mesmo Sky Diviving (uma coisa ainda um pouco desconhecida por muitos Portugueses do litoral). Passar ferias no interior. Sobre a posição geográfica esta zona está rodeada por estas montanhas
do centro de Portugal, Amêndoa, Melriça, Alvaiázere, Alvelos, Moradal, Perdigão e S. Mamede e as Vilas de Amêndoa, Vila de Rei, Figueiró dos Vinhos, Cernache do
Bonjardim, Nisa, Castelo de Vide e Marvão.
Seu concelho (Concelho de
Mação) com 400,83 quilômetros quadrados de área e apenas 7 763 habitantes, divididos por 8
freguesias, Aboboreira, Amêndoa, Cardigos, Carvoeiro, Envendos, ortiga, incluindo Mação e Penhasco. Também limitado por 8 municípios, para
o nordeste Proença-a-Nova, Vila Velha de Ródão leste e Nise, a sul pelo Gavião, Abrantes, no sudoeste,
oeste pelo Sardoal, Vila de Rei ea noroeste pela Sertã.
Rodeada
por tantas montanhas e tanta vegetação esta região é certamente um lugar de repouso, paz
e tranquilidade fora do mundo industrial que nos rodeia diariamente. Apenas a poucos kilometros de Lisboa. apresenta-se como um destino de excelência e revigorante. Onde se pode passsar um fim de semana ideal nuna casa ainda de pedra. como antigamente.
Toda esta área do concelho de Mação constitui uma riquíssima zona paleontológica
e arqueológica. Em todas as suas freguesias se encontram fósseis, o que mereceu larga referência a Nery
Delgado (Système Sillurique du Portugal; Étude de Stratigraphie Paléontologique). No campo da arqueologia,
a riqueza do concelho é, sobretudo, da época Romana como o balneário romano em Ortiga. O mais célebre
de todos os achados, foi o tesouro da Idade do Bronze do Porto do Concelho em 06.03.1943, que se compunha de 42 peças
(foices, lanças, machados, espadas, punhais, braceletes, etc.). Notável também, o achado, em Março
de 1944, em Casal da Barba Pouca (freguesia de Penhascoso), da célebre alabarda de sílex a maior da Península
Ibérica. De realçar que o Sr. Boaventura Marques foi o autor deste achado durante a preparação
(lavoura) do terreno para semear o milho. Posteriormente esta alabarda foi gentilmente oferecida ao Museu de Mação.
No ano (2008) decorreram
novas escavações na Anta do Pereiro, também chamada a Laginha, situada na aldeia da Chaveira, freguesia
de Cardigos. Estes monumentos funerários pré-históricos e que neste caso devem ter sido construídos
há mais de 4000 anos pelos nossos antepassados.
A anta da Chaveira já tinha sido referida pelo Padre Henrique Louro
nas suas Monografias de Cardigos e pela Maria Amélia Horta em monumentos históricos do Concelho de Mação.
Um grupo de estudantes de várias nacionalidades, devidamente dirigidos, utilizaram parte das suas férias para
escavar o chão da Anta. A equipa supervisionada por Chris Scarre, Professor no Departamento de Arqueologia da Universidade
de Durham em Inglaterra e composta por alunos Portugueses, Espanhóis, Italianos, Ingleses e Alemães que participam
neste projecto concebido em conjunto com o Director do Museu de Mação. Entre os objectivos pretende-se a descoberta
da idade da estrutura e estabelecer o seu estado de preservação, a exploração do espaço
circundante para identificar outros possíveis locais com este tipo de monumentos.
Na actividade económica, poder-se-á considerar que o tecido e
as famosas velas de cera de Cardigos são o sector secundário mais significativo, as indústrias alimentares,
nomeadamente o fabrico de presuntos e de salsicharia. De notar que o concelho de Mação produz cerca de 70% do
presunto nacional.
«Este Concelho tem o nome para o qual tem sido apontadas várias origens etimológicas.
Toda esta região ligada fisicamente à Beira Baixa, remonta ao período do Paleolítico, na Pré-história,
era da qual se encontram muitos vestígios.
A Região da Beira é tida como uma região
erma, cujo despovoamento se terá dado entre a invasão árabe e o início da primeira dinastia, mas
existem inúmeros vestígios romanos, levando a crer que este império tenha dominado a região nos
primeiros séculos da nacionalidade.
A Rainha Santa Isabel outorgou-lhe
o 1º foral, em data indeterminada. O 2º foral foi-lhe concedido por D. Pedro I em 15 de Novembro de 1355. No reinado
de D. João III foi passada carta de aforamento de uma das terras no termo da Vila de Mação a João
Alves Castelhano. Já no começo do séc. XVIII era sede do Cabeção das Cizas, das cinco Vilas:
Mação, Amêndoa, Carvoeiro, Envendos e Belver.
A Vila de Mação foi quartel-general
dos exércitos portugueses e ingleses comandados pelo Marechal Inglês Conde Lippe em 1762 onde estiveram aquartelados
cerca de 15000 soldados.
"Tu pequeno Mação, foste a barreira onde,
confuso, com eterna injúria da arrogante carreira, ou hispanico Leão quebrou a fúria!" Odes
Pindaricas de Elpino
Em 1807, Mação foi pilhado pelos franceses durante a primeira
invasão Napoleónica no nosso país. Com a constituição surgem as lutas entre Liberais e
Miguelistas que tomaram grande dimensão neste concelho.
Em 1834 foram extintos os Concelhos de Belver, Envendos
e Carvoeiro sendo incorporados em Mação.
CONTACTOS: 967 040 812
964 700 513 - 922 002 587
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ULTIMAS NOTICIAS
Festa toda a semana de 12- 21 de
Agosto-2010
De 13 a 21 de Agosto decorrerá o VI Torneio de Futsal (Masculino, Feminino e Infantil).
-Dia 15 terá
lugar um almoço/convívio.
-DIA 19 será a
vez da tradicional sardinhada.
-Dia 21 está programado
a noite o IV Extreme Festival Da Chaveira.
Caros
amigos,
Temos mais um evento pela frente para levarmos
com a habitual dedicação e sucesso!
Claro
está que em primeiro lugar pretendemos que partilhem esta informação com o maior número de pessoas/amigos
possível.
Em segundo lugar, que organizem as V/vidas
para em conjunto também partilharmos este evento e o convívio daí resultante.
Em terceiro lugar, estamos já a preparar o guião dos dias em que vão
existir actividades extra associadas ao evento (que divulgaremos em breve):
oDia 15 domingo: Almoço Convívio
e Jogos de convívio durante a tarde;
oDia 19 quinta-feira: A habitual sardinhada ao almoço, promovida o ano passado pelo Manuel Pardal
e que tanto sucesso fez. Á tarde haverá outras actividades;
oDia 21 sábado: Novo Almoço
Convívio, á partida porco no espeto, carrinhos e rolamentos à tarde e Festival de Rock à noite.
Contamos sempre com todos! Unidos vamos mais longe!
Abraço,
Paulo Mata
Estimativas de 2010 sobre demografia. Continua a agonia da Beira Interior. Só o concelho
de Belmonte ganha população... quatro habitantes
A QUESTÃO é saber como
é que se resiste ao embate. As estimativas da população residente, lançadas pelo Instituto Nacional
de Estatística (INE) aprofundam o buraco negro do despovoamento na região. A tendência é a mesma
de há anos. Se as áreas urbanas da Beira Interior conseguem manter maior controlo nas perdas, os concelhos mais
rurais, o processo de despovoamento é mais lesto em termos percentuais. Em 365 dias, as estimativas da população
residente na região continuam a construir um retrato pouco atreito a optimismos.
O Pinhal Interior Sul (Mação
[distrito de Santarém], Oleiros, Proença-a-Nova, Sertã e Vila de Rei) perdeu 602 habitantes num ano.
Em final de 2008 residiam nestes cinco concelhos 40.407 pessoas. A 31 de Dezembro de 2009, o INE estimava uma população
de 39.805 indivíduos. Todos os concelhos desta sub-região perderam população. O concelho menos
populoso, Vila de Rei, viu a população decrescer de 3.080 para 3.041 habitantes.
A sub-região da
Serra da Estrela (Fornos de Algodres, Gouveia e Seia) perdeu 446 habitantes. Vivem, agora, neste espaço geográfico
46.969 pessoas, repartidas por três concelhos.
A Beira Interior Norte (concelhos de Almeida, Celorico da Beira,
Figueira de Castelo Rodrigo, Guarda, Manteigas, Meda, Pinhel, Sabugal e Trancoso) perdeu 1.045 habitantes. Todos os concelhos
viram a sua população diminuir em relação às estimativas de 2008. O mais populoso - Guarda
- viu a população regredir de 44.155 para 44.030 e o menos populoso - Manteigas - de 3.616 para 3.579.
Mais
a Sul, a realidade mantém-se, embora com intensidade menor. A sub-região Beira Interior Sul - que agrega os
concelhos de Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Penamacor e Vila Velha de Ródão - tinha contabilizados, em final
de 2008, 73.138 habitantes. As recentes estimativas colocam nesta região 72.471 pessoas, uma quebra de 667 habitantes.
No concelho mais populoso, Castelo Branco, a população regrediu de 53.909 para 53.626 indivíduos. Penamacor
perdeu 110 habitantes (5.522 em final de 2009), Vila Velha de Ródão passou de 3.450 para 3.371 e Idanha-a-Nova
de 10.147 para 9.952.
Na Cova da Beira, está o único concelho que não só não perde
população, como apresenta ganhos efectivos. O concelho de Belmonte volta a ser a excepção entre
as mais de duas dezenas de municípios da Beira Interior. Ganhou, de 2008 para 2009, quatro habitantes. As estimativas
apontam, agora, para uma população residente de 7.737 habitantes. Os maiores municípios desta sub-região
- Covilhã e Fundão - perdem população, segundo o INE. A Covilhã decresce de 52.101 para
51.635 habitantes, o que corresponde a uma perda estimada de 466 habitantes. O concelho do Fundão regrediu de 30.867
habitantes para 30.701, uma quebra de 166 habitantes. Na totalidade da Cova da Beira, a população regrediu de
90.701 habitantes, em 2008, para 90.073. Uma perda de 628 efectivos.
Somadas as perdas dos 25 concelhos que constituem
os distritos da Guarda e Castelo Branco, a quebra demográfica no espaço geográfico da Beira Interior
foi superior a 3.300 pessoas. Num ano
A reintegração de Mação na sub-região do Médio Tejo
foi aprovada por unanimidade na Assembleia da República
O Parlamento aprovou ontem, dia 12, a reintegração de Mação no Médio
Tejo (NUT III - unidade territorial para fins estatísticos) deixando de pertencer à sub-região do Pinhal
Interior Sul, onde era o único concelho do distrito de Santarém. Os projectos de lei apresentados pelo
PSD, BE, CDU e CDS-PP em defesa desta transferência foram aprovados por unanimidade. Saldanha Rocha, presidente
da Câmara de Mação, disse à agência Lusa que este "é um dia feliz", que
"vem trazer mais tranquilidade ao dia a dia das pessoas em áreas tão delicadas como a saúde, a justiça
ou a educação". A sub-região do Médio Tejo passa a ser constituída por 11 municípios:
Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal,
Tomar, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha.
Todo o Grupo Cultural da Antiga Escola da Chaveira(Casa Da Cultura) vem agradecer o trabalho de pintura
realizado no interior do edifício escolar.
Muitíssimo obrigada a toda essa nossa Autarquia de Mação,
na pessoa do Sr. Vereador, Engenheiro António Louro que se encarregou de mandar realizar o trabalho solicitado pela
Dinamizadora do Grupo, Gracinda Tavares Dias.
Agora sentir-nos-emos ainda mais animadas para estimar o espaço
que se está tornando cada vez mais acolhedor.
Para que não se estrague a pintura tornar-se- ia necessário
que, logo que possível vissem as telhas por causa das infiltrações.
Agora já podemos
realizar as nossas exposições individuais.
AGRADECIMENTO
O Grupo do Projecto Cultural, da Antiga Escola da Chaveira Agradece ao Município de Mação Assim, desta maneira:
Mandamos o muito obrigada A quem nos fez a pintura Do interior do lindo edifício Que é
a Casa da Cultura.
Agora sentimo-nos bem melhor, Num espaço mais atraente, Convivendo e partilhando
saberes Num animado e belo ambiente.
A Antiga Escola da Chaveira É um Polo da nossa Associação Com uma certa autonomia, Onde surge conforto e união.
A dinamizadora do Grupo, Que nos dá
grandes alegrias É autora deste poema E, chama-se Gracinda Dias
Com os melhores cumprimentos e
grandes agradecimentos
A dinamizadora do Grupo
Gracinda Tavares Dias
Ex.º
Senhor Presidente da Junta de Freguesia de Cardigos Gracinda Tavares Dias, dinamizadora do Projecto Escola Cultural,
a funcionar na antiga Escola da Chaveira, vem solicitar à Junta de Freguesia que, logo que possível nos mandem cortar
as acácias que invadem parte do recinto.
Vai realizar-se uma exposição
individual de pintura de Mário Tavares Dias, bem como de escultores convidados. A inauguração da
exposição será no dia 30 de Maio pelas 19 h. Gostaríamos de ter o espaço mais acolhedor
e pensamos que merecemos, pois trabalhamos já há 5 anos neste grupo de trabalho e lazer a bem da Cultura e de
combate ao isolamento. Fomos as pioneiras neste género de actividades de partilha de saberes e convívio. Toda
a História do nosso Grupo pode ser consultada na Internet em: flickr centro cultural e recreativo de Chaveira e Chaveirinha, com 4.500 visualizações. Se puserem gracinda tavares dias, no google também podem ver no flickr. Agradecia
que respondessem a este e-mail para cinda.dias@hotmail.com Com os melhores cumprimentos A Dinamizadora do Grupo
Escola Cultural Gracinda Tavares Dias
Agradecimento
Ex.º Senhor Presidente da Junta de Freguesia de Cardigos Ficámos muito contentes, na quarta
feira, de tarde, quando chegámos à Escola e vimos tudo muito limpinho, as acácias cortadas e a lenha
que se podia aproveitar cortada à medida da salamandra. Agora já se pode ver a Escola, que está
muito mais airosa e acolhedora. Bem haja, pela sua colaboração em prol da cultura. Com os melhores
cumprimentos A Dinamizadora do Projecto Escola Cultural Gracinda Tavares Dias
Agricultura: Associações de Abrantes e Chamusca anunciam fusão para “ganhar escala
e peso politico”
10Ago2010
As Associações de
Agricultores de Chamusca e Abrantes anunciaram hoje que vão avançar com um processo de fusão institucional,
com vista ao ganho de “escala e peso político e económico”.
Fundadas em 1985 e 1989, respetivamente,
a associação de agricultores dos concelhos de Abrantes, Constância, Sardoal e Mação
e a Associação dos Agricultores de Charneca (que engloba os municípios de Chamusca,
Almeirim e Alpiarça) representam cerca de seis centenas de agricultores e uma área de 100 mil hectares de terrenos
agrícolas e florestais.
Luís Damas, da associação de Abrantes, disse à agência
Lusa que o processo é “importante”, visando a melhoria económica dos associados, através
da “otimização dos recursos”.
A fusão das duas entidades, processo que vai ser ratificado
em assembleia geral, “visa ganhar escala, dimensão, peso político e económico, além de outras
complementaridades que, de parte a parte, se podem majorar”, acrescentou à Lusa o presidente e fundador da ACHAR,
Carlos Amaral Netto.
Segundo Luís Damas, a fusão das associações é importante em
termos de “racionalização de meios técnicos e humanos”, num processo em que as duas entidades,
uma mais especializada na parte florestal e outra no setor agrícola, “não perdem identidade, antes assumem
um perfil polivalente e pluridisciplinar”.
“A ideia é manter dois pólos, um em Abrantes e
um outro em Chamusca, disse o responsável, acrescentando que o processo de fusão poderá vir a abranger,
futuramente, os concelhos de Tomar e Vila Nova da Barquinha, municípios hoje “sem expressão associativa
de relevo”.
“Uma instituição que representa 600 agricultores e 100 mil hectares de terrenos
agrícolas e florestais já apresenta um peso negocial muito grande e é um número que dá
garantias de ganhos de eficiência, de produção e de certificação que permitirá negociar
com rendimento de escala para os agricultores associados”, sublinhou.
Luís Damas disse, ainda, que o processo
de fusão das duas entidades “é um ponto de partida, não de chegada” para “novos desafios
e novos projetos”, que passarão pelo ordenamento e planeamento florestal, a defesa da floresta contra incêndios,
a certificação florestal e uma aposta no bem estar ambiental e animal.
Tirado do RÁDIO PERNES
Semana Missionária de Cardigos
A
Rua dos Padres
Na Beira Baixa, Pinhal Interior, concelho de Mação,
freguesia de Cardigos, localidade de Chaveirinha encontra-se uma rua onde nasceram três sacerdotes: o P. Vítor
Matias, diocesano, actualmente pároco de três freguesias da Sertã e os nossos confrades, ambos missionários
da Consolata e primos direitos, o P. Norberto Louro actual provincial dos Missionários da Consolata e o P. Manuel Tavares
outrora Vice Superior Geral e provincial de Portugal e provincial de Moçambique.
De 14 a 21 este
ve esta rua em festa pois o P. Manuel Tavares celebrou o seu 50º
aniversário de Ordenação sacerdotal e Missa Nova. Para marcar este acontecimento, o próprio P.
Manuel juntamente com o P. Norberto e o P. Jorge realizaram uma semana Missionaria.
A Cardigos, Chaveira e Chaveirinha,
Vales, São João do Peso, São Bento, Casas da Ribeira, Freixoeiro, Moita Ricome, Azinhal, Casalinho, Pracana
da Ribeira levamos o alento do Espírito Santo para que a sua brisa mova os corações dos fiéis
onde agora o vento só move os geradores eólicos; e para que o fogo do Espírito Santo volte a abrasar
os corações dos homens onde o fogo já queimou os pinheiros.
A Freguesia de Cardigos outrora com pinheiros hoje com torres
eólicas; outrora com gente, hoje com mais casas que antes mas vazias; outrora com caminhos hoje com estradas e estradões
por onde pouco se circula e sem transportes públicos; outrora alfobres de vocações (só da Consolata
são 5), P. Manuel Tavares, P: Norberto Louro, P. José Matias, P. Pedro Louro e P. José Maria Marçal,
hoje sem crianças e sem jovens.
Aparte da eucaristia que celebramos em todas as localidades mais de uma
vez, tivemos a oportunidade de falar da Missão e de temas pertinentes à nossa fé. Encontramos fiéis
que há anos só vivem da eucaristia de tempos a tempos com sede de saber mais para melhor viverem a sua fé.
Nos lares de Cardigos, da Roda, de Sesmarias e dos Vales demos aos idosos uma nova dimensão para contextualizar
o seu sofrimento canalizando-o para a causa Missionaria.
Por fim tivemos a surpresa e a consolação
de um encontro com 40 jovens também eles ávidos de conhecer melhor a nossa fé e de encontrar o seu lugar
no mundo. Esperamos que este novo alento do Espírito que levamos a Cardigos produza os seus frutos…
Pe. Jorge Amaro, IMC
Os primeiros presuntos certificados estarão aptos para consumo no final do Verão
Mação “Capital do Presunto” aposta na certificação
da produção
O concelho de Mação é responsável
por 70 por cento da produção nacional de presunto, o que levou os empresários do sector a iniciarem um
processo de homogeneização e certificação do produto, para “abrir novos mercados”.
A certificação do presunto produzido no concelho resulta da união das empresas transformadoras em torno
de critérios e normas de qualidade claras que, sob a designação de “Marca Mação”,
pretende promover o produto mais emblemático do concelho.
Com cerca de uma dezena
de empresas, 200 funcionários e cinco mil toneladas de presunto produzidas por ano, Mação beneficia de
um “microclima favorável” ao sector e do saber fazer de “tradições ancestrais”.
“Se a altíssima qualidade dos nossos presuntos permitiram granjear uma quota de mercado tão
grande, com a ‘Marca Mação’ e o processo de certificação que lhe está intrinsecamente
associado damos uma nova garantia, uma nova imagem, de modo a ganhar uma maior homogeneidade entre todos os produtores na
fabricação e distribuição”, diz o vereador António Louro.
Segundo
o autarca, este processo de certificação “é uma nova era que se abre e que permite aumentar o nível
qualitativo do produto final, aliando e adaptando o saber fazer às realidades actuais do mercado e ao tipo de produtos
que o consumidor procura e necessita”.
“É um salto que se dá”,
afirmou António Louro, acrescentando que a “a criação de sinergias e a junção da
produção das várias indústrias permite criar maiores quantidades e abrir novos horizontes à
exportação”.
Situada na freguesia de Envendos, o maior centro produtor
desta indústria no concelho, a empresa Damatta foi a primeira a iniciar o processo de certificação do
presunto. Segundo disse à Lusa o director de operações da empresa, que começou a laborar em 1907
e facturou em 2009 cerca de dez milhões de euros, o “segredo do sucesso está nas características
ambientais e climáticas muito próprias de Mação, com um microclima favorável à produção
e secagem do presunto”.
“Estamos no mercado há mais de 100 anos e o que
nos diferencia é este saber fazer ancestral e as condições ambientais, mas também a matéria
prima, a salga e a cura em si”, afirmou Manuel Vaz.
Para o responsável da Damatta,
empresa que produz 1.800 toneladas de pernas de presunto por ano, o processo de certificação “vem normalizar
e conferir uma garantia acrescida ao consumidor final de que está a adquirir o melhor presunto produzido em Portugal”.
Uma opinião partilhada por Fernando Monteiro, veterinário municipal e supervisor da execução
do caderno de especificações. De acordo com este responsável, com este processo de certificação,
em que as pernas são marcadas a fogo, o que se pretendeu foi “estabelecer um conjunto de princípios que
todos os produtores têm de respeitar, um conjunto de passos em termos de fabrico e de exigência de qualidade,
criando um produto topo de gama”.
“Promover um produto ao mais alto nível
é promover as empresas e, promovendo as empresas, estamos também a promover uma região”, afirmou.
Tendo em conta o tempo mínimo de processamento para pernas com pernil - nove meses - os primeiros presuntos certificados
estarão aptos para consumo no final do próximo Verão.
O Mirante
Olá ...Moro no Brasil e sou descendente de uma familia da
Chaveirinha, mais precisamente, neta do Sr Zé d'Arganil (José Tavares e Jesuina).
Dulce Braga, Dia 1 de Maio 2010
Escrever o “Sabor de Maboque” foi
remexer em cicatrizes, cutucar emoções adormecidas, reviver mágoas, sabores e sonhos, reflorescer amizades,
reencontrar-me com um pedaço meu quase conscientemente hibernado por mais de trinta anos e recapturá-lo, sem
jamais imaginar que para além desse grande vulcão, outros haveriam de entrar em erupção. Assim
há menos de um ano vivencio um turbilhão de crateras deliciosamente incandescentes, com fantásticos comentários
pós leitura das já centenas de exemplares vendidos no Brasil, em Portugal e na França, reportagens e
entrevistas em jornais, revistas e TV no Brasil, palestras para adolescentes em escolas e há poucos dias fui invadida
por uma lava indescritivelmente prazerosa e intensa, quando da recepção de um convite para participar de um
evento na terra da qual há dois terços de minha vida me mantenho distante fisicamente, mas que me dá
a nacionalidade e que para sempre será a minha Pátria. Alguém muito querido me disse um dia que quando
o homem sonha… a obra nasce. E quando com ela, por modesta que seja, se ajusta um encadeamento de fatos felizes, há
razão justificada para nos sentirmos gratificados. E é nesta perspectiva que, circunstancialmente, me desloco
a Portugal, onde desfrutarei do privilégio de rever um punhado de bons amigos de infância e adolescência,
ao mesmo tempo que me vejo incluída na agenda das presenças na Feira do Livro de Lisboa, com um evento no dia
11 de maio, às 18:00h no auditório da APEL, no parque Eduardo VII. A satisfação é muita
e dela faço aqui o necessário registro. E entrego-me ao sortilégio do imprevisto, mas muito convicta
de que a minha presença em tão destacado certame constituirá para mim uma experiência muito rica.
*********** Dulce Braga Blog "SABOR DE MABOQUE": http://sabordemaboque.blogspot.com/ Visite e comente, divulgue.
Como estou escrevendo um livro onde falo das minhas origens, gostaria muito de saber
o ano, ou pelo menos o século da fundação da Chaveirinha. Desde já sou muito grata por qualquer
resposta que me seja enviada. Um abraço Dulce Tavares Braga
Este foi o email que lhe mandei 03/01/2009
Agora aqui fica onde pode encontrar a obra completa.
Olá Como sei que
muitos de vocês não entram no blog, onde anunciei que o livro já está à venda, mando
este email com os endereços onde ele está sendo comercializado. A data para a noite de autografos
não mudou, continua confirmada para o dia 21 de Outubro 2009 às 19:29h na Livraria Cultura do Iguatemi,
mas como o livro teve que ser editado antes para poder embarcar para Lisboa, Porto e Paris, a comercialização
no Brasil também já começou. Para quem me der o prazer de lê-lo, espero que gostem e se gostarem
que o divulguem. Beijos Dulce
Livraria Pontes-Fone: 19-32360943 - rua Dr Quirino,1223
Livro Aberto-Fone: 19-32377999 – rua Sacramento, 202
Livraria Pergaminho:Loja 01-rua Bernardino de Campos, 1049 –Fone:19-32367717 Loja 02-rua Bernardino de Campos, 1087- Fone: 19-32341939 Loja 03-rua Dr Quirino, 1335- Fone: 19-32341939
O Senhor João Fernandes Silva completou
80 lindas Primaveras em 14/02/2009. Convidou toda a gente da Chaveira a participar na sua linda Festa, tudo pago por
Ele. VIVA ESTE NOBRE FILHO DA CHAVEIRA E QUE DEUS LHE DE MUITOS MAIS ANOS DE VIDA. CHAVEIRENSES TOMEM EXEMPLO EM ESTE
SENHOR. "A AMIZADE MUITAS DAS VEZES VALE MAIS QUE TODO O DINHEIRO DO MUNDO!
Portanto Chaveirenses
facão como este homem e contribuam para os melhoramentos da NOSSA TERRA .
A NOSSA TERRA PRECISA DE UM LAR PARA IDOSOS!
A NOSSA TERRA PRECISA
DE UM GINASIO!
A NOSSA TERRA PRECISA DE INTERNET WIRELESS DE GRAÇA PARA A DAR A CONHECER AO MUNDO!
A NOSSA TERRA PRECISA DE CHAFARIZES COMO DEVE SER!
(Penso que não deve ser assim tão caro como isso reproduzir os antigos chafarizes destruídos pela Nossa Camara. )
A NOSSA TERRA PRECISA DE RENOVAR O POÇO DA FONTE NOVA COMO DEVE SER!
A NOSSA TERRA PRECISA DE RENOVAR A ESCOLA VELHA!
A
NOSSA TERRA PRECISA DE RENOVAR O LARGO DA VINHA VELHA COMO DEVE SER!
A NOSSA TERRA PRECISA SEMPRE DE AJUDA!
A NOSSA TERRA ESTA SEMPRE A PRECISAR!
SEJA DA FORMA QUE SEJA!
PORQUE QUANDO VOCÊ
ALGUM DIA ESTIVER MAL NO MUNDO, PODERÁ SEMPRE VOLTAR AO SEU NINHO!
Este site apoia o organismo Social CCRCC
e o
Centro Da Cultura ( Escola Velha Da Chaveira )
Organismos Sociais Da Nossa Terra!
Para: Sr.João
Fernandes Silva
O Senhor João Fernandes Silva Completou 80 lindas Primaveras. Convidou toda
a gente da Chaveira, De quem é amigo deveras.
Nunca se esquece da sua terra natal E, tem contribuído
para a melhorar, Sempre amizade, sem igual É o que lhe devemos dedicar.
O nosso muito obrigado E, eterna e merecida gratidão De todos os seus conterrâneos, Que lhe querem, do coração.
O grande dia, 14/02/2009 Será sempre para recordar E, a sua enorme generosidade Nós vamos,
sempre louvar.